A pesquisa artística de Sanches é uma odisséia tipográfica, uma exploração intelectual que avança além das fronteiras das palavras e se desdobra em um reino simbólico. O artista desafia as limitações da linguagem verbal, abraçando as letras como elementos visuais e sensoriais que transcendem o significado denotativo. Aqui, a tipografia deixa de ser uma mera condutora de ideias e passa a ser a própria substância do conceito, levando-nos a um espaço onde a comunicação se torna uma dança rítmica de formas, texturas e espaços vazios.
No cerne da prática de Sanches, reside a intriga com a concepção de futuros latentes. Movendo-se com habilidade entre o presente e o amanhã, o artista se dedica a desvendar novas possibilidades de existência e convida o público a uma jornada de reimaginação. Seus trabalhos são portais para um domínio onde a realidade é reconfigurada e o futuro não é apenas uma sequência linear, mas uma vasta tapeçaria de linhas temporais entrelaçadas.Através de suas criações o artista não apenas vislumbra o porvir, mas também o traz para o presente por meio do ato criativo.
Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.
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As obras de sanches surgem com formas orgânicas e a sugestão de paisagens, tomando partido, nesse momento, por uma gama cromática mais reduzida, porém contrastante. Em algumas obras faz uso de pinceladas "cheias", explorando o gesto largo do movimento do corpo e a soltura da forma figurativa e tipográfica. A mancha, o gesto, a sobreposição cromática parecem anunciar que a obra atual de Sanches faz coro ao abstracionismo informal lírico que declara sua reverência pela natureza e seu processo natural. Professa o artista, “As plantas são um modelo da modernidade: dos materiais à anatomia energética da resistência às estratégias adaptativas. Elas encontram desde os primórdios as melhores soluções todos os problemas que afligem a humanidade” (Sanches, 2021, s/p). - Recorte do texto curatorial de "Mariana Coggiola"de 2021
Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.
A pesquisa artística de Sanches é um desdobramento da linguagem além de suas margens previsíveis.
A tipografia, aqui, não é apenas signo, mas vibração. Não apenas forma, mas pulsação.
O código se dissolve na superfície e reaparece como matéria invisível, reverberando no olhar de quem atravessa.
Seus trabalhos são mais do que imagens: são passagens. A linearidade do tempo se desfaz, o amanhã se infiltra no agora.
A arte se torna tecnologia de convocação.