ORIGINAIS

A pesquisa artística de Sanches é uma odisséia tipográfica, uma exploração intelectual que avança além das fronteiras das palavras e se desdobra em um reino simbólico. O artista desafia as limitações da linguagem verbal, abraçando as letras como elementos visuais e sensoriais que transcendem o significado denotativo. Aqui, a tipografia deixa de ser uma mera condutora de ideias e passa a ser a própria substância do conceito, levando-nos a um espaço onde a comunicação se torna uma dança rítmica de formas, texturas e espaços vazios.

No cerne da prática de Sanches, reside a intriga com a concepção de futuros latentes. Movendo-se com habilidade entre o presente e o amanhã, o artista se dedica a desvendar novas possibilidades de existência e convida o público a uma jornada de reimaginação. Seus trabalhos são portais para um domínio onde a realidade é reconfigurada e o futuro não é apenas uma sequência linear, mas uma vasta tapeçaria de linhas temporais entrelaçadas.Através de suas criações o artista não apenas vislumbra o porvir, mas também o traz para o presente por meio do ato criativo.

"MÃE II"

2025
170cm x 70cm
Acrílica sobre madeira
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"MÃE I"

2025
170cm x 70cm
Acrílica sobre madeira
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"ACIMA DAS NUVENS DO SUL"

2023
160cm x 60cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"ACIMA DAS NUVENS DO NORTE"

2023
160cm x 60cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"UM NOVO OLHAR III"

2023
80cm x 160cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"BENEFÍCIO COMUM"

2023
80cm x 165cm
Acrílica e giz de abelha sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"PALPÁVEL"

2023
80cm x 165cm
Acrílica e giz de abelha sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"UNIVERSO"

2023
80cm x 165cm
Acrílica e giz de abelha sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"UM NOVO OLHAR II"

2023
80cm x 160cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"UM NOVO OLHAR I"

2023
75cm x 150cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"OBJETOS DO FUTURO"

2023
100cm x 100cm
Acrílica sobre tela
Em posse de AXIOM Fine Art Consulting

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"HABITAR II"

2022
65cm x 95cm
Acrílica sobre papel vegetal
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"HABITAR I"

2022
65cm x 95cm
Acrílica sobre papel vegetal
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"ACIMA DAS NUVENS II"

2022
80cm x 80cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"ACIMA DAS NUVENS I"

2022
80cm x 80cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"RETRATO DO CÉU II"

2022
30cm x 30cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"RETRATO DO CÉU I"

2022
30cm x 30cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"TOPOMORFIA"

2022
70cm x 130cm
Acrílica sobre tela
Em posse de Sandro Cachielo

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"EXPEDIÇÃO"

2022
50cm x 15cm
Acrílica e carvão sobre resina fotossensível
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"EMPUXO"

2021
80cm x 60cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"bi(o)dimensionalidade"

2021
150cm x 300cm
Acrílica sobre tela
Acervo pessoal do artista

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

"TZOLKIN YIN YANG"

2020
80cm x 160cm
Acrílica e spray sobre tela
Acervo pessoal do artista

As obras de sanches surgem com formas orgânicas e a sugestão de paisagens, tomando partido, nesse momento, por uma gama cromática mais reduzida, porém contrastante. Em algumas obras faz uso de pinceladas "cheias", explorando o gesto largo do movimento do corpo e a soltura da forma figurativa e tipográfica. A mancha, o gesto, a sobreposição cromática parecem anunciar que a obra atual de Sanches faz coro ao abstracionismo informal lírico que declara sua reverência pela natureza e seu processo natural. Professa o artista, “As plantas são um modelo da modernidade: dos materiais à anatomia energética da resistência às estratégias adaptativas. Elas encontram desde os primórdios as melhores soluções todos os problemas que afligem a humanidade” (Sanches, 2021, s/p). - Recorte do texto curatorial de "Mariana Coggiola"de 2021

"MARBLE"

2018
100cm x 100cm
Acrílica sobre tela
Em posse de Kelvyn Benites

Cada obra é um chamado. Não para a mera observação, mas para o trânsito. Para o deslocamento interno e externo. O espectador não apenas vê—ele percorre. Um espaço que é tátil, latente. O visível e o indizível se entrelaçam, instaurando realidades em suspensão. Nas superfícies tipográficas de Sanches, a linguagem não repousa. Ela convoca, move, tenciona. Ela propõe um campo de forças onde as palavras são mapas, coordenadas para um devir. Entre códigos e texturas, a provocação: quais futuros estamos dispostos a inscrever? Quais gestos podem converter imaginação em matéria? A obra, então, não é destino, mas impulso. Não é fim, mas trajetória. Um manifesto ativo que recusa a inércia e exige a travessia. Aqui, o futuro não é um lugar a ser alcançado. Ele se constrói no ato.

ORIGINAIS

A pesquisa artística de Sanches é um desdobramento da linguagem além de suas margens previsíveis.

A tipografia, aqui, não é apenas signo, mas vibração. Não apenas forma, mas pulsação.

O código se dissolve na superfície e reaparece como matéria invisível, reverberando no olhar de quem atravessa.

Seus trabalhos são mais do que imagens: são passagens. A linearidade do tempo se desfaz, o amanhã se infiltra no agora.

A arte se torna tecnologia de convocação.